domingo, 31 de agosto de 2014
Dia 13 - Mont Saint-Michel - Saint-Malo - Paris
Acordamos cedo, o dia estava nublado, fizemos check-out e deixamos as malas no hotel, seguimos para o estacionamento, pagamos o estacionamento e pegamos o carro, custou 18 euros.
Depois fomos o Mont Saint-Michel, o trajeto demora menos de 1h, tem uma área de estacionamento pago, com shuttle free, pode escolher entre ir de ônibus ou de "carruagem" puxada a cavalos. Optamos por ônibus, era mais rápido.
No trajeto tem três paradas, em uma vilazinha, com hotéis, supermercado e área estacionamento para quem vai ficar por lá, outra na Barragem, que foi construída recentemente e do outro lado desta tem uma área para estacionar trailer, a última parada está mais perto do monte, mas anda um bocadinho pra chegar.
O visual é belíssimo, sem palavras para descrever, algo que tinha visto a primeira vez em livros de história, quando estudei sobre a guerra dos cem anos (França vs. Inglaterra).
O local é cheio de ruazinhas e subidas. Nossa como subimos, subimos e subimos, depois escadas, escadas e mais escadas, parece que não acaba nunca e haja fôlego,
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Dia 12 - Étretat - Honfleur - Caen - Praias do desembarque - Saint-Malo
Amanheceu sem chuva, mas estava nublado em Étretat. Ufa! Hoje fomos acordados com um passarinho batendo na janela e outros cantando, isso perto de 6h, no início até achei romântico, depois de 1h já comecei a me irritar.
Fomos ao jardim do hotel desfrutar a vista e descemos para a praia. Fomos até as falésias, passamos por umas pedras escorregadias, medo de cair! Nossa que lugar lindo!!!
Depois de nos aventurarmos, passeamos um pouco pela cidade, que é pequena e fácil de andar. Retornamos ao hotel para fazer check-out. Pegamos o carro no estacionamento e seguimos viagem para Honfleur, dessa vez com GPS corrigido, passamos pela linda ponte estaiada, localizada no deságüe do rio Sena, entre o porto de Honfleur e Le Havre.
Fomos a um estacionamento junto para deixa o carro e seguimos a pé pela marina, lugar agradável, tem vários restaurantes, servindo principalmente frutos do mar, aproveitamos e almoçamos por aqui. Depois de passear um pouco, retornamos ao estacionamento, pagamos a taxa de 4 euros e seguimos viagem. Próxima parada Caen, onde fica o Memorial da Paz.
Chegamos em Caen às 14h30, o museu fechava às 19h, ficamos umas 3h lá, o ingresso custa 19 euros por pessoa e o audioguia 4 euros, pelo menos o estacionamento é de graça. Lá tem restaurante, tem os jardins dos Estados Unidos e do Canadá, visitamos apenas um, tem um Bunker alemão lá, esses são de graça. No Bunker tinha imagem de Anne Frank ao fundo com as frases do diário dela no dia 06 de junho de 1944, ver isso depois de visitar a casa dela, ver as marcações que o pai fez no mapa sobre o desembarque e a esperança deles em acabar com a guerra. Emocionante
O museu segue uma linha de tempo, explicando todos os eventos desde o final da primeira guerra e o que levou à segunda guerra, a reação inicial dos aliados (ou a falta de ação da França) que mobilizou todo o exército e ficou esperando uma invasão, enquanto que o exército alemão se fortalecia, como começaram os campos de concentração, como Hitler iniciou as mortes por câmera de gás, o dia “D”, a morte de Hitler e as bombas atômicas, além do pós-segunda guerra, passando pela guerra fria, a crise dos 13 dias, até a queda do muro de Berlin. Vimos artefatos de guerra. Excelente aula de história!!! Pra mim, todo professor de história deveria receber uma bolsa Normandia pelo Governo Federal, aproveitava e fazia um vale Louvre também.
Saímos do museu e apesar do horário fomos às praias do Desembarque, eram 17:30, os museus já estavam fechados (fecham às 17h), passamos pela praia de Juno (desembarque dos Canadenses), a Gold - estivemos em Arromanches e Omaha. Tem mais duas a Sword onde os ingleses desembarcaram e a Utah que foi a praia que os americanos desembarcaram com erro de cerca de 2km. Mesmo sem visitar os museus vale a pena, o único estacionamento pago era o de Arromanches, mas no horário que chegamos não cobrava mais.
Como estávamos cansados, acabamos não indo para um dos pontos principais Pointe du Hoc, faltavam 2h30min para irmos para Saint-Malo e já passavam das 19h. Quem puder fazer esse passeio em mais tempo é melhor, procurar reservar um dia ou começar pelas praias, pois o memorial fecha mais tarde, principalmente no verão ou então escolher uma praia, Omaha beach é a principal na minha opinião, mas fiquei querendo fazer todas.
Pegamos a estrada de novo e seguimos para Saint-Malo. Coitado de Gustavo dirigindo o tempo todo. Chegamos umas 22h e a ponte estava fechada, tivemos que fazer a volta para ir a um estacionamento próximo a porção intramuros de Saint-Malo. Como era em frente ao estacionamento e não estava chovendo, fomos a pé procurar o hotel, demos sorte e achamos fácil!
Depois descemos para jantar, fomos a um restaurante intramuros e pra variar bebemos vinho nacional. Depois retornamos ao hotel, estávamos muito cansados!!!
Dia 11 - Amsterdã - Paris - Rouen - Étretat
Acordamos cedinho, umas 5h, nosso trem para Paris era às 06:18. Fizemos check-out no hotel, que foi aprovado por nós, simples, não é caro, tem café da manhã bom para os padrões brasileiros e fica perto da estação.
Do hotel fomos a pé até a estação central, não estava chovendo, mas estava ainda escuro e muito frio, tinham algumas pessoas na rua deitadas, mas ninguém incomodou. Como já tínhamos a passagem impressa, então era só ir para ao portão, esperar o trem e embarcar. Que diferença a primeira classe, obviamente mais espaço e com cadeira reclinável, serviram café da manhã, que beleza, podíamos pedir cafezinho e água quantas vezes quiséssemos. FELIZ! Afinal comida é comigo mesma.
O trem fez paradas no Aeroporto Internacional de Amsterdã, Roterdã, Antuérpia, Bruxelas e por último Paris (Gare du Nord), tem wifi grátis, mas lento, igual a segunda classe. Chegou no horário em Paris. Desembarcamos e fomos até a AVIS, bem sinalizado na estação. Na AVIS como sempre não pegamos o carro que queríamos, nos deram um Toyota Auris híbrido, que só cabia a mala grande, infelizmente a menor deixamos no banco de trás do carro.
Em Paris saímos de carro com chuva fraca e trânsito intenso, em direção a Rouen, capital da Normandia. Colocamos “burraldina” em ação, demoramos mais e a chuva piorou muito, foram um pouco mais de 3h e não encontrávamos estacionamento aberto, foi quase 1h para achar um.
Fomos a pé até a igreja de Saint Maclou, com os casacos de chuva e paramos em um bistrô na lateral dessa igreja que aceitou nos receber, eram quase 15h, comemos um hambúrguer que no lugar pão tinha um tipo que queijo gratinado cobrindo o recheio, o meu era vegetariano, muito bom!
Depois seguimos até a Catedral de Notre Dame de Rouen, pode entrar sem pagar, tem uma fachada esculpida e um interior belíssimos. Vale a pena a visita.
Fomos em direção ao Gros Horloge, em seguida para uma pracinha cheia de restaurante, onde fica a igreja de Joana D’arc e o local onde foi queimada. Muito bonita e com uma arquitetura moderna, vc tem uma boa visão do altar, não importa o local que vc está da igreja, também tem vitrais bonitos, entrada free. Na praça só tinha flores no local onde ela foi queimada.
Voltamos pela mesma ruazinha e compramos um chip da Orange com 500MB por 20 euros, colocamos no meu celular e já saímos com Internet funcionando. Ebaaaaaa!!!
Retornamos ao estacionamento, pagamos 5,10 euros pelo tempo estacionado e seguimos pela estrada para Étretat, além da chuva, percebemos que “Burraldina” estava nos mandando por um caminho muito longo, por meio de fazendas e de cidadezinhas, com previsão de chegada em 10h, já meu celular dizia que chegávamos em 2h30min. Foi aí que percebemos que esquecemos de mudar o padrão do GPS para não evitar pedágio, o que nos fez passar por um monte de cidadezinha e não pegar autopistas. E em Rouen eu tinha colocado no padrão a pé para andar na cidade, já que meu celular ainda não estava funcionando. Eu que fui a “Burraldina”. Kkkkkk
Finalmente chegamos em Étretat, localizada na alta Normandia. Ainda estava claro, tinha wifi e estacionamento free. Tinha um restaurante panorâmico, com vista para as falésias, onde reservamos uma mesa. O jantar foi excepcional, uma das melhores carne que já provei.
Acabamos o jantar, fomos direto para o quarto, estava escuro e chovendo muito, além do cansaço da viagem.
Depois colocamos as fotos.
Depois colocamos as fotos.
Dia 10 - Zaanse Schans, Volendam, Marken e Amsterdã
Acordamos cedo, como o dia estava nublado e frio, levamos nossos casacos de chuva. Fomos pegar o tour para Zaanse Schans, Volendam e Marken pela Tours and Tickets, o ônibus partiu às 08:45.
Depois seguimos para Volendam, conhecida pela fabricação de queijos, visitamos uma fábrica, teve degustação e compramos alguns queijinhos. Adorei!!!
Primeira parada Zaanse Schans, lugar lindo com vários moinhos de vento, entramos em um que fábrica óleo de amendoim, ingresso incluindo no tour. Tivemos uma explicação de todo o processo de fabricação e depois subimos no moinho. Linda paisagem!
Almoçamos em Volendam, fish and chips
Dia 9 - Bruxelas - Amsterdã
Hoje o dia amanheceu nublado e com chuviscos apenas, fomos à estação central para compra as passagens para Amsterdã, conseguimos pelo Thalys, 2 horas de viagem às 11:50, partindo da estação Midi.
Depois fomos tomar café da manhã na pracinha em frente ao hotel, comemos waffle com morango e chocolate quente.
Percebemos que a cidade estava muito vazia, provavelmente as pessoas foram ver o treino de fórmula 1 em Spa-Francorchamps ou todo mundo foi pra Amsterdã tomar um "café". Amanhã será a corrida, pesquisamos e decidimos não ir por causa do preço.
Retornamos ao hotel e fizemos check-out, indo para a estação Central. Mesmo esquema da chegada, pegar qualquer trem para Midi, sem pagar a mais por isso, só apresentando o bilhete do trem. Vamos no Thalys!!! Tem wifi grátis, coloca um código que vem na passagem que permite o acesso, depois é só fazer o cadastro e está conectado, só é lento.
O único problema de viajar de trem é a tensão com as malas, procuramos ficar em uma posição que um de nós dois podemos ver, a cada parada um de nós (Gustavo), vai fica perto delas até a partida do trem. Não lembro de ninguém reclamar de furto de mala em trem, mas como somos brasileiros, somos muito desconfiados.
O único problema de viajar de trem é a tensão com as malas, procuramos ficar em uma posição que um de nós dois podemos ver, a cada parada um de nós (Gustavo), vai fica perto delas até a partida do trem. Não lembro de ninguém reclamar de furto de mala em trem, mas como somos brasileiros, somos muito desconfiados.
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| No Thalys |
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| Passamos por estufas de flores no trajeto entre Roterdã e Amsterdã |
Após duas horas de viagem, chegamos à estação central de Amsterdã, pegamos a mala. Seguimos a pé até o hotel sem dificuldade.
| Vista do quarto |
| Um local para tomar café e que não serve maconha em Amsterdã |
Acabei ficando de mau humor e fomos almoçar em um restaurante italiano, pra ver se melhora meu humor. Trattoria Caprese, muito boa comida, recomendo!
Seguimos para a Anne Frank House, aí começou a chover, inicialmente fraco, depois foi piorando, enquanto isso ficamos fazendo hora no supermercado, mas como estava demorando, optamos por pegar um táxi e ir para o Museu Van Gogh, uma vez que tínhamos comprado os tickets para às 18h. O que nos assustou foi a velocidade do taxímetro, muito rápido, mas ele fez o caminho certinho, custou 11 euros. Conseguimos chegar às 17h na porta do museu, porém não deixaram a gente entrar, só no horário marcado. Como a chuva havia passado, fomos passear pela Museumplein e presenciamos a apresentação dos atletas para o campeonato mundial de remo. O Brasil estava lá!!!
Perto de 18h fomos ao museu de Van Gogh, vale a pena a visita, tem várias pinturas dele óbvio e de outros artistas também, incluindo Claude Monet e Camille Pissarro, meus favoritos.
Ao sair do museu passamos por uma filial da Tours and tickets na praça, compramos ingressos para o Heineken experience pra hoje (16 euros por pessoa) e um tour pelo interior da Holanda, (Zaanse Schans, Volendam e Marken - 40 euros por pessoa).
Fomos correndo literalmente para o Heineken experience. Explicam desde a criação da Heineken, as mudanças que tiveram, a expansão mundial e o processo de fabricação, como beber cerveja, vc bebe algumas por lá, ganha abridor de garrafa e um copo de presente. Gostei!!!
Saímos meio embriagados, para voltar para o hotel foi meio complicado, além de aspirar maconha passivamente! Continuamos a caminhar pela cidade, acabamos parando no Red Light District, sem querer. Fiquei desapontada. No caminho para o hotel, acabamos jantando comida mexicana, meio fraquinha, depois seguimos para o hotel.
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| Atletas brasileiros |
Ao sair do museu passamos por uma filial da Tours and tickets na praça, compramos ingressos para o Heineken experience pra hoje (16 euros por pessoa) e um tour pelo interior da Holanda, (Zaanse Schans, Volendam e Marken - 40 euros por pessoa).
Fomos correndo literalmente para o Heineken experience. Explicam desde a criação da Heineken, as mudanças que tiveram, a expansão mundial e o processo de fabricação, como beber cerveja, vc bebe algumas por lá, ganha abridor de garrafa e um copo de presente. Gostei!!!
Saímos meio embriagados, para voltar para o hotel foi meio complicado, além de aspirar maconha passivamente! Continuamos a caminhar pela cidade, acabamos parando no Red Light District, sem querer. Fiquei desapontada. No caminho para o hotel, acabamos jantando comida mexicana, meio fraquinha, depois seguimos para o hotel.
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Dia 8 - Bruges
Acordamos cedo par ir a Bruges! Hoje a previsão do tempo é de chuva o dia todo, levamos nossos casacos de chuva, fomos a estação comprar as passagem para Bruges, a ida e volta ficou 16 euros por pessoa, compramos na hora. Enquanto aguardávamos o trem, tomamos café da manhã na estação, promoção capuccino e croissant por 3 euros!
Chegamos em Bruges umas 11h, acabaram os mapas da cidade na estação e fomos seguindo a multidão e olhando em direção as torres da cidade. Apesar de não termos mapa, nos pontos turísticos principais tem um letreiro com um mapa grande e acabava orientando a gente.
Chegamos em Bruges umas 11h, acabaram os mapas da cidade na estação e fomos seguindo a multidão e olhando em direção as torres da cidade. Apesar de não termos mapa, nos pontos turísticos principais tem um letreiro com um mapa grande e acabava orientando a gente.
Primeiro fizemos tour com guia em um barquinho pelos canais da cidade, 7,60 euros por pessoa. Gostei!!! Ela é conhecida como a "Veneza do Norte". Muito linda a cidade e com cheiro de chocolate também.
Igreja de nossa senhora de Onze Lieve vrouwekerk, onde está a escultura a Madona de Bruges, "Madonna e o menino", feita por Michelangelo, única obra que deixou a Itália com ele ainda vivo, apareceu no filme The Monuments Men, basedo em fatos reais. Tinham outras pinturas e esculturas também, pagamos 2 euros por pessoa para ter acesso a esse museu. O acesso a igreja é de graça, mas parte dela estava em reforma e tinha obras cobertas e uma visivelmente danificada pelas chuvas.
Entramos na Igreja da Sint-Salvatorkerk (Igreja de São Salvador), com pinturas e escultura também.
Continuamos nossa caminhada até a Grote Markt, a praça principal da cidade, que tem uns prédios coloridos e a torre Belfort. Essa torre tem 83 metros e 366 degraus, foi usada pela guarda local, durante o século 13, como ponte de observação para proteger a cidade contra ataques inimigos, dizem que tem uma bela visão panorâmica de Bruges. Custa 8 euros pra subir, mas nas nossas condições físicas atuais, nem se fosse de graça iríamos, só a apreciamos de baixo mesmo.
Almoçamos na praça mesmo, em um restaurante ótimo!!! Aproveitamos pra beber uma cervejinha!!!
Depois fomos a Basílica do Holy Blood, onde está guardada uma relíquia com o sangue de Cristo, segundo a Igreja Católica, chegou em Bruges trazida na primeira cruzada no século 1134 and 1157. A historinha é essa!!! Fui ao museu dessa igreja e depois vimos que a relíquia estava sendo exposta e ficamos em frente a ela, após oferenda claro. Foi fonte de discussão entre eu e Gustavo.
| Relíquia com o sangue de Cristo - segundo a Igreja Católica |
Passada a discussão fomos atrás de chocolates!!! Nada melhor para acalmar os ânimos.
Depois pegamos o trem de volta a Bruxelas.
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| Manneken Pis |
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Depois fomos jantar em um restaurante italiano, próximo ao hotel, mesmo na terra da cerveja, tomamos vinho! Restaurante bom!!
Fomos a estação pra comprar as passagens para Amsterdã, mas os guichês internacionais estavam fechados. Só amanhã.
E no quarto pra encerrar comemos uns chocolates!!!!!
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